terça-feira, agosto 01, 2006

Fidel Castro está hospitalizado



Fidel Castro delegou "provisoriamente" as suas responsabilidades no Partido Comunista, no Conselho de Estado e nas Forças Armadas. O sucessor, temporário, é o seu irmão mais novo, Raul.

Fidel foi hospitalizado para ser submetido a uma intervenção cirúrgica, facto que, segundo o líder Cubano, se deve ao cansaço.

domingo, julho 30, 2006

Ataque em Qana mata grupo de crianças

"Why have they attacked one - and two-year-old children and defenceless women?"



Sobrevivente do ataque em Qana

Número de mortos no Líbano continua a aumentar


Fotos Reuters


O primeiro navio da Cruz Vermelha chegou, hoje, ao Líbano com mantimentos para os feridos e os desalojados que não páram de aumentar, desde o início do conflito.

sábado, julho 29, 2006

Há dias assim...


Foto Reuters


"Viver num inferno é o destino" [Raed Zakarne, 20/10/03]
in
"Entrevistas no Centro do Mundo". Cimerman, Henrique

"Por uma paz verdadeira estou disposto a fazer concessões dolorosas" [Ariel Sharon, 13/11/02]
in "Entrevistas no Centro do Mundo". Cimerman, Henrique

sexta-feira, junho 16, 2006

Há instituições assim...

Ai liberdade, liberdade. De que é que tu estás à espera...

sexta-feira, março 10, 2006

Rússia inicia tentativa de negociação para pôr termo à luta armada


Contactos entre Moscovo e Hamas vistos como “um erro” pelos Israelitas

O primeiro-ministro interino israelita, Ehud Olmert, considera “um erro” os contactos que Moscovo estabeleceu com o movimento radical palestiniano, Hamas. O comunicado da presidência do Conselho israelita, divulgado esta semana, expõe que Olmert afirmou ao Presidente russo, Vladimir Putin, que “é um erro organizar encontros com os dirigentes do Hamas, antes dessa organização se comprometer a aceitar os três princípios aprovados pelo Quarteto, do qual a Rússia é membro”.

No mesmo documento é legível que “os contactos da Rússia com o Hamas não farão mais que encorajar essa organização a não realizar as alterações exigidas pela comunidade internacional para se tornar um parceiro para o diálogo”.

O reconhecimento do Estado de Israel foi uma das condições apresentadas ao Hamas pelo Quarteto para que o movimento palestiniano se torne parceiro no processo de paz. O termo dos ataques a alvos israelitas e o respeito pelos compromissos assumidos pela Autoridade Palestiniana no âmbito do processo de paz com Israel são também importantes para pôr fim à luta armada.

O Presidente Putin, citado pelo comunicado do Conselho israelita, “sublinhou, por várias vezes, que a Rússia não tomará qualquer medida dirigida contra os interesses de Israel ou susceptível de atentar contra a sua segurança”. “As negociações tiveram sempre lugar com interlocutores cujas posições são duras e complicadas”, acrescentou o chefe de Estado russo.

Os dirigentes do movimento, a convite de Putin, deslocaram-se, na passada sexta-feira, a Moscovo e foram recebidos pelo chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov. “Não poderá haver paz se a ocupação continuar”, afirmou Khaled Mashaal, chefe do gabinete político do Hamas, em conferência de imprensa, no final do encontro.

Mashaal lembrou que “Arafat e Mahmoud Abbas reconheceram Israel, mas isso não mudou nada”. O chefe do gabinete político do grupo palestiniano reiterou que o líder histórico palestiniano terá sido envenenado pelos serviços secretos israelitas: “Yasser Arafat e Israel negociaram durante mais de dez anos. O resultado foi que Israel matou Arafat”. O Hamas “dará um passo importante em direcção à paz” no caso de “Israel anunciar oficialmente a retirada dos territórios tomados em 1967, permitir o regresso dos refugiados, destruir o muro de separação e libertar todos os prisioneiros”, acrescentou Mashaal.

Desde a vitória nas legislativas palestinianas que o Hamas tem demonstrado alterações no discurso, dando sinais de que poderá aceitar a existência do Estado de Israel segundo as fronteiras definidas em 1948.

sábado, fevereiro 11, 2006

World Press Photo 2005



Finbarr O'Reilly, um fotógrafo canadiano, foi o premiado de este ano pelo juri internacional do World Press Photo.

A imagem do fotógrafo da Reuters mostra as mãos de uma criança na boca da mãe numa clínica para crianças desnutridas.

O acto [simbólico ou não] da criança valeu o prémio ao fotógrafo canadiano.

A fotografia foi tirada em Tahoua, no nordeste do Niger, a 1 de Agosto de 2005.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Politicada com nova imagem



Espero que gostem das novas cores do politicada. O objectivo continua a ser o mesmo de sempre: O ESTADO DA POLÍTICA NUMA VISÃO GLOBAL.

terça-feira, janeiro 03, 2006

A morte de Cáceres Monteiro



Carlos Cáceres Monteiro morreu esta madrugada aos 57 anos de idade...

quarta-feira, dezembro 21, 2005

Governo rejeita proposta de aumentos para a Função Pública



O aumento salarial de 3,5 por cento proposto pela Frente Sindical da Administração Pública (FESAP) e pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) foi, ontem, recusado pelo governo.

O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, afirmou aos jornalistas que as “exigências ultrapassam em muito o montante disponível na dotação provisional”, não revelando, no entanto, qual será a contra-proposta do governo.

Teixeira dos Santos disse que a verba inscrita na dotação provisional do Orçamento de Estado para 2006 é de 424 milhões de euros, estando este valor muito abaixo dos aumentos reivindicados pelos sindicatos.

Segundo as contas do ministério, os aumentos exigidos pelos sindicatos acarretariam um encargo para o Estado de 630 milhões de euros, mais 200 milhões de Euros do que o previsto para orçamento de Estado do próximo ano.

A Frente Comum, afecta à CGTP, reivindica uma actualização salarial de 5,5 por cento, o que significa um encargo de 990 milhões de euros.

Amanhã, quarta-feira, realiza-se uma nova reunião negocial entre Teixeira dos Santos e os sindicatos onde será apresentada a proposta do Governo.

domingo, dezembro 11, 2005

Que vontade de partir

O meu país enfrenta uma situação financeira grave, este facto não é novidade para ninguém. A crise social assume proporções preocupantes e, para a sua resolução, é necessário um esforço à escala nacional, que una todos os cidadãos segundo objectivos comuns. Era esse o Portugal em que eu queria viver, no entanto, a realidade é um deserto.

Vivo num país descrente de ideias, onde um debate entre dois candidatos presidenciais, encontro onde, supostamente, se deveriam discutir soluções para a melhoria das condições de vida dos portugueses, tem menos audiência que uma novela brasileira. Que país é o meu?

Não podemos andar constantemente a dizer que a culpa é da conjuntura, da adesão à União Europeia, ou, ainda mais ridículo, do coitado do Durão Barroso que nos abandonou.

Aceitemos o que somos, nada mais nada menos que um povo agreste, alheado, despreocupado com o que se passa à sua volta.

Portugal é neste momento um país ridículo, basta olhar para alguns exemplos do dia-a-dia. È com amargura que vejo os funcionários públicos, camada mais privilegiada da população, exigir a manutenção das regalias exorbitantes que usufruem face à situação grave do país. Será que eles não vêem que em alturas de crise não é possível manter privilégios desmedidos? Não menos graves, são construções megalómanas como o aeroporto da Ota ou TGV, exemplos do quão desmesurado é o nosso país quando importa escolher áreas de investimento essenciais.

Será que vamos continuar à espera do D. Sebastião? Não creio que valha a pena, não sei mesmo se esse senhor ainda existe. O que eu sei é que Portugal está envolto num ciclo vicioso, um colete-de-forças que destruirá, nos próximos anos, o sistema de segurança social. Não é este o país que os nossos avós sonharam em 1974.

Hoje percebo que não somos dignos da herança que recebemos. Podemos continuar a pôr bandeiras nas varandas, no entanto só seremos realmente portugueses quando assumirmos as nossas responsabilidades quotidianas.

Quando percebermos que ao fugir aos impostos, ao falsificar facturas médicas (ADSE) para as poder trocar por óculos de sol, estamos a roubar o futuro aos nossos filhos, será, certamente, tarde de mais.

Isto é apenas um rascunho do que somos, oxalá haja a coragem governamental para reverter a situação.

segunda-feira, dezembro 05, 2005

Primeiro frente-a-frente entre Cavaco e Alegre

O primeiro frente-a-frente para as Presidenciais acontece hoje, na Sic, pelas 20h30 e opõe Cavaco Silva a Manuel Alegre.

O debate de hoje é importante para Cavaco Silva, uma vez que tem sido acusado de não apresentar propostas concretas. Desta forma, o antigo primeiro-ministro poderá aproveitar o facto de abrir a primeiro debate para explicitar as suas ideias.

Do mesmo modo, embora em sentidos políticamente diferentes, Manuel Alegre tem a possibilidade de recuperar a desvantagem que, presentemente, tem em relação a Mário Soares, tentando captar votos aos indecisos do PS.

O debate de hoje terá uma hora de duração e apenas um intervalo. A forma de debate adoptada será igual em todos os debates presidenciais.

Os dez debates televisivos serão transmitidos pelas três estações de televisão generalistas e terminam a 20 de Dezembro.